domingo, 29 de agosto de 2010

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Actividades da Bomporto

Actividades de Lazer e Terapias

Continuando a desenvolver as actividades colocadas ao dispor dos cooperadores durante estes primeiros meses do ano, como os resultados forma significativamente positivos tomamos a iniciativa de dar continuidade as mesmas no ano de 2010/2011.

Por este ano iremos dar continuidade á Hipoterapia e a Hidroterapia que terão inicio no mês de Setembro

Com as actividades físicas pretende se conseguir um desenvolvimento motor global consistente, que todas as actividades sejam contextualizadas, que os praticantes retirem prazer das mesmas e que estas actividades potenciem uma melhor forma física e bem-estar das crianças e jovens que participem nas actividades.

Todas estas actividades propostas têm como objectivo reabilitar o participante tanto a nível motor e a nível sócio emocional, todas elas são programas por um Terapeuta Ocupacional e um Professor de Educação Física, que planificam cada actividades com o primeiro objectivo de desenvolver a motricidade global de cada um dos indivíduos e em paralelo criar o máximo de autonomias aos participantes nas actividades tendo em conta a actividade a realizar. Essas autonomias podem ser das mais simples como vestir se e despir se até as mais complexas de conseguir se deslocar sozinho no espaço aonde é realizada a actividade.

Tudo isto não faria sentido se estas actividades não fossem realizadas no seu contexto natural, por isso queremos que as actividades sejam realizadas nos seus ambientes naturais, de preferência com participantes sem qualquer tipo de incapacidade. E porquê; pois é necessário incluir estes indivíduos na sociedade para terem uma vida activa no seu futuro, daí a prioridade de se realizar as actividades nos seus ambientes naturais, com participantes/acompanhantes que possam servir de modelo a estas criança e jovens e por coloca los no meio da dinâmica social que é um complexo desportivo ou mesmo uma associação desportiva.

Traçados os objectivos e explicados apenas falta apresentar a forma de funcionamento de todo o projecto.





Funcionamento
Hipoterapia

Esta actividade será realizada no Centro Hípico do Mosteiro em Moreira da Maia, decorrera de forma semanal com o seguinte horário rotativo:

1ª Sessão: 09h00 – 09h40
2ª Sessão: 10h45 – 11h30
3ª Sessão: 11h30 – 12h15
4ª Sessão: 12h15 – 13h00.

1 Terapeuta Ocupacional
1 Cavalo

Preço Cooperadores: 52€ por mês;
Preço n/ cooperadores: 62€ por mês
Jóia de inscrição de 10€ e o pagamento do último mês de realização da actividade.
Pagamentos efectuados até o dia 8 de cada mês.

Hidroterapia

Esta actividade é realizada na Piscina da APPC – Villa Urbana de Valbom em Valbom, decorrera de forma semanal com o seguinte horário:

10h30/11h30

1 Professor de Educação Física especializado em desporto adaptado e hidroterapia

Preço Cooperadores: 26€ por mês;
Preço n/ cooperadores: 31€ por mês
Jóia de inscrição de 10€ e o pagamento do último mês de realização da actividade.
Pagamentos efectuados até o dia 8 de cada mês.

Em anexo a este documento segue a ficha de inscrição de vaga para as actividades, recordo que para fazerem a inscrição para esta actividade deverão enviar a ficha de inscrição para o correio electrónico bomporto.actividades@gmail.com e as inscrições serão geridas por ordem de chegada e será dada a prioridade aos Cooperantes da Bomporto.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Ressonância cerebral pode identificar autismo

Por Ben Hirschler
LONDRES (Reuters) - Uma ressonância magnética feita em 15 minutos no futuro poderá ser usada para o diagnóstico mais fácil e barato do autismo, disseram cientistas britânicos na terça-feira.
Eles afirmaram que o teste rápido teve índice de acerto superior a 90 por cento em adultos, e que não há razão para crer que não funcione tão bem quanto em crianças.
Atualmente, o diagnóstico é feito em entrevistas e observações comportamentais que podem ser demoradas e emocionalmente desgastantes.
O autismo é um distúrbio cerebral complexo, caracterizado por dificuldades na comunicação e na interação social, podendo provocar um comprometimento de brando a profundo.
O novo método, que examina alterações estruturais na matéria cinzenta cerebral, pode estar pronto para uso geral dentro de dois anos. O próximo passo é testá-lo em crianças.
Declan Murphy, professor de psiquiatria do King's College, de Londres, disse em entrevista que o novo método permitirá um tratamento mais imediato dos pacientes, especialmente em crianças. Em alguns casos, a terapia cognitivo-comportamental e tratamentos educacionais podem ser altamente eficazes contra o transtorno.
Murphy e seus colegas, que divulgaram a descoberta na publicação Journal of Neuroscience, estudaram 20 adultos saudáveis e 20 outros com diagnostico prévio de distúrbios do espectro do autismo, o que inclui também a síndrome de Asperger.
O índice de acerto foi considerado altamente significativo, mesmo em se tratando de uma amostra tão pequena.
O exame analisa variações na forma e na estrutura de regiões cerebrais ligadas à linguagem e ao comportamento social, usando máquinas comuns de ressonância magnética por imagens.
Como o exame é muito mais rápido, acaba custando cerca de 5 por cento do valor de exames tradicionais, que podem exigir quatro a oito horas do trabalho de vários médicos. Uma ressonância cerebral custa cerca de 150 dólares.
O autismo e os transtornos correlatos são diagnosticados em cerca de 1 por cento da população da Grã-Bretanha e Estados Unidos, e afeta igualmente meninos e meninas. Pesquisadores concordam que há um forte componente genético.


Fonte: http://g1.globo.com/mundo/noticia/2010/08/ressonancia-cerebral-pode-identificar-autismo-diz-estudo.html

terça-feira, 13 de julho de 2010

Autistas também têm capacidade de jogar

00h00m

Alexandra Serodio

Após seis anos de investigação, Ana Saldanha conseguiu criar um instrumento único que permite avaliar a capacidade de jogo das crianças com autismo. A descoberta valeu-lhe nota máxima com distinção e torna-a na única portuguesa doutorada em Educação Especial.





Aos 30 anos, a maioria dos quais agarrados a livros, Ana ostenta um sorriso rasgado e não esconde o orgulho do trabalho realizado. Ontem, segunda-feira, na Universidade da Extremadura, pólo de Badajoz, defendeu durante cinco horas a tese “O Jogo em Crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA): Desenvolvimento de um Instrumento de Avaliação”.

“Este é o fruto de alguns anos de investigação na área do Autismo” assegura Ana, revelando que a tese “surge pela carência de métodos/provas de Avaliação do Jogo Simbólico em Crianças Autistas”. A investigadora acredita e provou que “as crianças com autismo têm capacidade de jogo” apesar de “alguns autores discordarem”.

“Tanto para as crianças com incapacidade como os que não contam com ela, têm direito ao jogo e ao acesso aos brinquedos” explica Ana, admitindo que “os primeiros encontram sérias dificuldades para poder usar muitos dos jogos e brinquedos do mercado”.

Para a recém doutorada, o jogo “permite desenvolver a própria capacidade física e mental, sendo uma fonte de auto afirmação, satisfação e prazer”. O jogar “significa ser activo e preparar-se para a vida adulta”, afiança.

Depois do trabalho desenvolvido com 45 crianças espanholas, o novo instrumento de avaliação de Ana Saldanha permitiu demonstrar que “as crianças com TEA têm capacidade para poder desenvolver o jogo simbólico”, e ainda “comprovar que nesse jogo podem identificar-se dimensões que fazem referência a diferentes habilidades intelectuais específicas”.

A investigadora lembra que “o autismo é uma síndrome que ultimamente tem tido um maior enfoque de investigação”, devido ao facto de “actualmente, surgirem nas escolas e nos centros educativos uma quantidade considerável de crianças com esta perturbação”. Mesmo assim, realça “deparamo-nos no dia-a-dia com uma grande dúvida no diagnóstico diferencial, entre autismo e nomeadamente o atraso mental”.

Durante a investigação dividida entre Portugal e o país que escolheu para estudar, Espanha, Ana percebeu de imediato as grandes diferentes existentes. “Em Espanha trabalha-se em equipa. Os médicos, pediatras, psicólogos e outros especialistas trabalham em conjunto em prol da pessoa e isso não se vê em Portugal”, realça, assegurando que no caso do autismo “é importantíssimo este tipo de união entre todos”.

Defendendo que “a intervenção precoce é fundamental para o futuro das crianças com autismo”, Ana assegura que uma pessoa com autismo “pode ter qualidade de vida e até trabalhar”, basta para isso que “seja ajudada e estimulada”. Reforçando a necessidade de distinguir “autismo de doença mental”, a investigadora acredita que o instrumento de trabalho que desenvolveu permitirá dar mais felicidade aos autistas.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

ABA Porto

A APEE Autismo vem por este meio convidar vos para uma sessão de esclarecimento sobre a metodológica ABA que decorra, no dia 24 a partir das 14h na nossa sede que fica na Rua Sra. das Dores, 111 * 4000 - 526 Porto (perto do Jardim S. Lázaro). Queremos alertar que esta apresentação esta limitada a 30 pessoas daí ser necessário a inscrição o mais breve possível.

Para fazer a sua inscrição devera enviar um email para: apeeautismo@gmail.com

Devera indicar as seguintes informações:

Nome:
Contacto email:
Localidade:
Profissional ou familiar:

sábado, 3 de julho de 2010

UEE da Boucinha - Ferias 2010








Algumas paginas das Ferias da UEE da Boucinha, com agradecimentos ao agrupamento de Pedrouços, á Psicologa Ana Vila, á Terapeuta da Fala Ana Vieira e ás duas fantasticas e fabulosas Assistente Operacionais Eduarda e Tita!!!! À e não quero deixar de agradecer tambem aos funcionarios do Centro Social do Soutelo e agora sim as fotos

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Teste da Urina

New finding could yield urine test for autism
(AFP) – 1 day ago

PARIS — A newly discovered chemical fingerprint could yield a simple urine test to determine if a child has autism, according to a study released on Thursday.

Autism and related disorders affect up to six or seven out of every 1,000 individuals.

Symptoms are life-long and can vary widely, but often include impaired social skills, repetitive behaviours, difficulty in expressing one's emotions, and an aversion to physical intimacy. There is no known cure.

The factors leading to autism are generally present at birth, but the disorder is difficult to diagnose as it can be confused with other behaviour-related problems.

At present, children are assessed through a lengthy process that tests social interaction, communication and imaginative skills.

A confirmed diagnosis is rare before the age of 18 months, and most often occurs much later.

A chemical marker would allow early diagnosis and could prove hugely helpful in getting a head start on treatment, the researchers said.

"Giving therapy to children with autism when they are very young can make a huge difference to their progress," said lead researcher Jeremy Nicholson, a professor at Imperial College London.

"A urine test might enable professionals to quickly identify children with autism to help them early on," he said in a statement.

Such a test, he cautioned, would probably take several years to develop.

Surprisingly, the key to the chemical fingerprint is found in the digestive tract.

People with autism typically suffer from gastrointestinal problems stemming from a different bacterial makeup in the gut.

The study, published in the Journal of Proteome Research, found that the way in which the body metabolises these unique intestinal flora creates a chemical signature in urine.

Using spectroscopy, Nicholson and colleagues from the University of South Australia analysed the urine in three groups of three-to-nine year olds: those diagnosed with autism, non-autistic siblings of children with autism, and a control group with no history of autism in the family.

Each group had an internally consistent chemical fingerprint that was, at the same time, distinct from the other two.