President Obama and Vice President Biden are committed to supporting Americans with Autism Spectrum Disorders (“ASD”), their families, and their communities. There are a few key elements to their support, which are as follows:
•First, President Obama and Vice President Biden support increased funding for autism research, treatment, screenings, public awareness, and support services. There must be research of the treatments for, and the causes of, ASD.
•Second, President Obama and Vice President Biden support improving life-long services for people with ASD for treatments, interventions and services for both children and adults with ASD.
•Third, President Obama and Vice President Biden support funding the Combating Autism Act and working with Congress, parents and ASD experts to determine how to further improve federal and state programs for ASD.
•Fourth, President Obama and Vice President Biden support universal screening of all infants and re-screening for all two-year-olds, the age at which some conditions, including ASD, begin to appear. These screenings will be safe and secure, and available for every American that wants them. Screening is essential so that disabilities can be identified early enough for those children and families to get the supports and services they need.
In: pagina da casa branca
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
Snoezelen e as Perturbações do Espectro Autista
Podemos compreender então que, geralmente, numa sala de Snoezelen, os indivíduos, de qualquer idade e condição de saúde, consigam mais facilmente controlar os estímulos que lhes acedem e responder a esses mesmos estímulos.
Indivíduos e crianças com uma Perturbação do Espectro Autista (PEA) têm, frequentemente, problemas de integração sensorial, isto é, não organizam ou avaliam correctamente os estímulos sensoriais que o meio lhes fornece. São também crianças que apresentam por vezes ausência da consciência do perigo, talvez por incompreensão das situações, e que desenvolvem muitas vezes, contraditoriamente, medos inexplicáveis por situações e objectos normalíssimos.
Tendo em conta estas e várias outras características das crianças com PEA, podemos compreender a relevância que o Snoezelen pode apresentar para elas. Existem, actualmente, diversos estudos que informam de resultados positivos sobre esta terapia. Entre os projectos que fazem convergir o Snoezelen e o Autismo encontra-se o MEDIATE, (Multisensory Environment Design for an Interface between Autistic and Typical Expressiveness) dirigido por Simone Gumtau, Paul Newland, Chris Creed e Simon Kunath do “Centre for Responsive Environments” e “School of Art, Design & Media”, da Universidade de Portsmouth, Reino Unido. Este projecto tem como objectivo a idealização e construção de um espaço multisensorial, interactivo e inteligente, de forma a permitir à criança com Autismo a criação de expressões das suas experiências sensoriais, para que aqueles que a rodeiam possam, de uma maneira mais eficaz, compreender o que se passa no “seu mundo”.
Este ambiente envolve uma complexa infra-estrutura composta por várias partes, que interagem com a criança, essencialmente, pela visão, audição e tacto. A criança recebe assim feedback visual, táctil e auditivo consoante o seu movimento e sons que produzir. Entre os vários componentes estão incluídos ecrãs que reagem de acordo com o toque e com as posturas corporais assumidas pela criança (graças a várias câmaras), sistemas de microfones que detectam sons produzidos (fazendo ecoar alguns, por exemplo), estruturas numa das paredes que vibram quando pressionadas (input táctil e proprioceptivo), o próprio chão que emite sons “crocantes” como consequência dos passos da criança, etc. Para não encorajar os comportamentos repetitivos apresentados por alguns autistas, todo o sistema responde com uma diminuição do feedback face a este tipo de comportamentos.
Compreende-se então que, nas salas de Snoezelen, uma criança com PEA possa, mais facilmente, sentir-se em controlo do meio que a rodeia, tornando mais fácil o processamento e a integração sensorial. As crianças conseguem seleccionar e avaliar os estímulos e inputs sensoriais que querem ver salientados, sendo uma condição importantíssima, por exemplo, para a aprendizagem (se tivermos em conta que, para aprender, uma criança tem de estar atenta a vários estímulos diferentes ao mesmo tempo, se esta não os conseguir processar de forma correcta, como conseguirá aprender?). Num ambiente protector de uma sala de Snoezelen, é compreensível que as crianças baixem algumas das suas defesas e se tornem mais “alcançáveis”, permitindo aos facilitadores uma pequena, mas recompensadora viagem pelo seu mundo.
Indivíduos e crianças com uma Perturbação do Espectro Autista (PEA) têm, frequentemente, problemas de integração sensorial, isto é, não organizam ou avaliam correctamente os estímulos sensoriais que o meio lhes fornece. São também crianças que apresentam por vezes ausência da consciência do perigo, talvez por incompreensão das situações, e que desenvolvem muitas vezes, contraditoriamente, medos inexplicáveis por situações e objectos normalíssimos.
Tendo em conta estas e várias outras características das crianças com PEA, podemos compreender a relevância que o Snoezelen pode apresentar para elas. Existem, actualmente, diversos estudos que informam de resultados positivos sobre esta terapia. Entre os projectos que fazem convergir o Snoezelen e o Autismo encontra-se o MEDIATE, (Multisensory Environment Design for an Interface between Autistic and Typical Expressiveness) dirigido por Simone Gumtau, Paul Newland, Chris Creed e Simon Kunath do “Centre for Responsive Environments” e “School of Art, Design & Media”, da Universidade de Portsmouth, Reino Unido. Este projecto tem como objectivo a idealização e construção de um espaço multisensorial, interactivo e inteligente, de forma a permitir à criança com Autismo a criação de expressões das suas experiências sensoriais, para que aqueles que a rodeiam possam, de uma maneira mais eficaz, compreender o que se passa no “seu mundo”.
Este ambiente envolve uma complexa infra-estrutura composta por várias partes, que interagem com a criança, essencialmente, pela visão, audição e tacto. A criança recebe assim feedback visual, táctil e auditivo consoante o seu movimento e sons que produzir. Entre os vários componentes estão incluídos ecrãs que reagem de acordo com o toque e com as posturas corporais assumidas pela criança (graças a várias câmaras), sistemas de microfones que detectam sons produzidos (fazendo ecoar alguns, por exemplo), estruturas numa das paredes que vibram quando pressionadas (input táctil e proprioceptivo), o próprio chão que emite sons “crocantes” como consequência dos passos da criança, etc. Para não encorajar os comportamentos repetitivos apresentados por alguns autistas, todo o sistema responde com uma diminuição do feedback face a este tipo de comportamentos.
Compreende-se então que, nas salas de Snoezelen, uma criança com PEA possa, mais facilmente, sentir-se em controlo do meio que a rodeia, tornando mais fácil o processamento e a integração sensorial. As crianças conseguem seleccionar e avaliar os estímulos e inputs sensoriais que querem ver salientados, sendo uma condição importantíssima, por exemplo, para a aprendizagem (se tivermos em conta que, para aprender, uma criança tem de estar atenta a vários estímulos diferentes ao mesmo tempo, se esta não os conseguir processar de forma correcta, como conseguirá aprender?). Num ambiente protector de uma sala de Snoezelen, é compreensível que as crianças baixem algumas das suas defesas e se tornem mais “alcançáveis”, permitindo aos facilitadores uma pequena, mas recompensadora viagem pelo seu mundo.
Integração Sensorial
Integração sensorial é o processo neurológico que organiza a sensação tanto do corpo como do ambiente e torna possível utilizar o corpo de forma efectiva no meio ambiente. Os aspectos espaciais e temporais dos inputs das diferentes modalidades de estímulos são interpretados, associados e unificados. É o processamento da informação… O cérebro deve seleccionar, promover, inibir, comparar e associar a informação sensorial num padrão flexível e constantemente modificado, ou seja, o cérebro tem de integrar a informação. (Ayres, 1989)
O brincar é uma excelente forma de desenvolver a integração sensorial. Desde pequena a criança naturalmente procura as actividades que promovem uma boa integração da informação recebida através dos sentidos. Ao movimentar-se, aprende sobre os limites do seu corpo dentro do espaço que a rodeia. Ao manipular objectos, aprende sobre o seu peso, textura e força que precisa para segurá-los. Toda essa informação é organizada e armazenada, possibilitando que a criança aprenda cada vez mais sobre o mundo em que vive.
Desta forma, as crianças aprendem a integrar os sentidos através de interacções com as pessoas próximas e através de brincadeiras exploratórias. Recebem a informação sensorial que ajuda o cérebro a organizar-se através de actividades como rodar, balançar, correr, pular, bater, tocar, mastigar, apertar e cheirar. A diferença é que crianças com autismo, geralmente, necessitam de fazer estas actividades por períodos maiores e de forma mais intensa, tornando-se mais difícil processar a informação dos seus cinco sentidos.
Segundo Dejean (1999) se a entrada sensorial não for processada e não for organizada, o resultado motor é anormal. Este ciclo continua com mais entradas sensoriais erradas, o que gera uma saída desorganizada. As consequências desse sistema nervoso central desorganizado são as disfunções de integração sensorial.
A criança com disfunção de integração sensorial não pode adaptar-se eficientemente a um ambiente normal, porque o seu cérebro não desenvolveu os processos de integrar as sensações daquele ambiente. Caso o ambiente seja estabelecido apropriadamente, a criança será capaz de integrar sensações que nunca tinha sido capaz de integrar antes. Dada a oportunidade de agir dessa forma, o cérebro organizar-se-á (Ayres, 1995).
Na criança, défices no processamento da informação parecem ter consequências emocionais e frequentemente levam a um défice na adaptação social, dificuldades na relação com os outros, assim como a dificuldades em interpretar as reacções emocionais (Greenspan & Greenspan, 1989).
O tratamento/intervenção tem como objectivo dar oportunidade para a integração da informação sensorial, no contexto de actividades que tenham significado e sejam apropriadas para a criança, facilitando o aparecimento de padrões de movimento de modo a conseguir uma resposta adaptada, facultando, assim, a interacção da criança com o meio. Esta resposta adaptada é a resposta adequada em intensidade e duração a um input sensorial e é a base da integração sensorial. Para que ela ocorra, é necessária uma participação activa da criança na actividade, de modo a promover oportunidades diversificadas de informação sensorial. As respostas adaptadas podem ser motoras e emocionais.
Deste modo, o objectivo da Terapia de Integração Sensorial é facilitar o desenvolvimento das habilidades do sistema nervoso para que este consiga processar os estímulos sensoriais normalmente. A Terapia de Integração Sensorial usa exercícios neurosensoriais e neuromotores para estimular a própria capacidade do cérebro em se reparar. Quando a terapia é bem sucedida pode desenvolver a atenção, concentração, audição, compreensão, equilíbrio, coordenação e até controle da impulsividade nas crianças.
Para cada criança são estabelecidos objectivos específicos de tratamento, incidindo a intervenção nas seguintes áreas: processamento vestibular e proprioceptivo, processamento táctil, planeamento motor, percepção visual, organização perceptivo-motora e mecanismos de integração bilateral.
O brincar é uma excelente forma de desenvolver a integração sensorial. Desde pequena a criança naturalmente procura as actividades que promovem uma boa integração da informação recebida através dos sentidos. Ao movimentar-se, aprende sobre os limites do seu corpo dentro do espaço que a rodeia. Ao manipular objectos, aprende sobre o seu peso, textura e força que precisa para segurá-los. Toda essa informação é organizada e armazenada, possibilitando que a criança aprenda cada vez mais sobre o mundo em que vive.
Desta forma, as crianças aprendem a integrar os sentidos através de interacções com as pessoas próximas e através de brincadeiras exploratórias. Recebem a informação sensorial que ajuda o cérebro a organizar-se através de actividades como rodar, balançar, correr, pular, bater, tocar, mastigar, apertar e cheirar. A diferença é que crianças com autismo, geralmente, necessitam de fazer estas actividades por períodos maiores e de forma mais intensa, tornando-se mais difícil processar a informação dos seus cinco sentidos.
Segundo Dejean (1999) se a entrada sensorial não for processada e não for organizada, o resultado motor é anormal. Este ciclo continua com mais entradas sensoriais erradas, o que gera uma saída desorganizada. As consequências desse sistema nervoso central desorganizado são as disfunções de integração sensorial.
A criança com disfunção de integração sensorial não pode adaptar-se eficientemente a um ambiente normal, porque o seu cérebro não desenvolveu os processos de integrar as sensações daquele ambiente. Caso o ambiente seja estabelecido apropriadamente, a criança será capaz de integrar sensações que nunca tinha sido capaz de integrar antes. Dada a oportunidade de agir dessa forma, o cérebro organizar-se-á (Ayres, 1995).
Na criança, défices no processamento da informação parecem ter consequências emocionais e frequentemente levam a um défice na adaptação social, dificuldades na relação com os outros, assim como a dificuldades em interpretar as reacções emocionais (Greenspan & Greenspan, 1989).
O tratamento/intervenção tem como objectivo dar oportunidade para a integração da informação sensorial, no contexto de actividades que tenham significado e sejam apropriadas para a criança, facilitando o aparecimento de padrões de movimento de modo a conseguir uma resposta adaptada, facultando, assim, a interacção da criança com o meio. Esta resposta adaptada é a resposta adequada em intensidade e duração a um input sensorial e é a base da integração sensorial. Para que ela ocorra, é necessária uma participação activa da criança na actividade, de modo a promover oportunidades diversificadas de informação sensorial. As respostas adaptadas podem ser motoras e emocionais.
Deste modo, o objectivo da Terapia de Integração Sensorial é facilitar o desenvolvimento das habilidades do sistema nervoso para que este consiga processar os estímulos sensoriais normalmente. A Terapia de Integração Sensorial usa exercícios neurosensoriais e neuromotores para estimular a própria capacidade do cérebro em se reparar. Quando a terapia é bem sucedida pode desenvolver a atenção, concentração, audição, compreensão, equilíbrio, coordenação e até controle da impulsividade nas crianças.
Para cada criança são estabelecidos objectivos específicos de tratamento, incidindo a intervenção nas seguintes áreas: processamento vestibular e proprioceptivo, processamento táctil, planeamento motor, percepção visual, organização perceptivo-motora e mecanismos de integração bilateral.
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
Tributo ao "Guel"
Faz hoje 8 anos que o Guel apareceu nas nossas vidas, veio embrulhado no meio de umas mantas transportado numa alcofa pela irmã da ordem e que mais parecia que trazia um material muito volatil nas mãos....
Veio-se a confirmar que de facto era um material inflamavel pois inflamou o coração de toda a familia de amor mas a chama mais forte não foi o amor, foi o Autismo inicialmente ardeu de forma triste pois nós não tinhamos percebido que ser austista era uma das caracteristicas do Guel.
Inicialmente achamos que tinhamos sido atingidos por um cataclismo, uma doença tão grave coitado do nosso menino..... Mas essa criança que não parecia ter esperança tornou-se no catalisador do melhor que ha em nós pais, mudamos a nossa maneira de ver a vida, tornamo-nos mais solidarios, somos mais tolerantes e somos mais empreendedores.
O autismo que nos atingiu na vida não foi algo de mau e terrivel como vaticinavamos, mas foi o catalizador do que à de melhor em nós e por isso o Guel que tem como caracteristica ser autista e é motivo de muitas alegrias de algumas tristesas é certo mas vivemos de pequenas conquistas do dia a dia e como diriam "os poetas mortos" Carpediem.
Por opção não escolheriamos ter um filho autista mas agora nunca o trocaria por nada e náo iremos muda-lo pois ele é autista, como é teimoso, preguiçoso e por outras palavras é o Guel.
Parabens e obrigado filho!!!!
Veio-se a confirmar que de facto era um material inflamavel pois inflamou o coração de toda a familia de amor mas a chama mais forte não foi o amor, foi o Autismo inicialmente ardeu de forma triste pois nós não tinhamos percebido que ser austista era uma das caracteristicas do Guel.
Inicialmente achamos que tinhamos sido atingidos por um cataclismo, uma doença tão grave coitado do nosso menino..... Mas essa criança que não parecia ter esperança tornou-se no catalisador do melhor que ha em nós pais, mudamos a nossa maneira de ver a vida, tornamo-nos mais solidarios, somos mais tolerantes e somos mais empreendedores.
O autismo que nos atingiu na vida não foi algo de mau e terrivel como vaticinavamos, mas foi o catalizador do que à de melhor em nós e por isso o Guel que tem como caracteristica ser autista e é motivo de muitas alegrias de algumas tristesas é certo mas vivemos de pequenas conquistas do dia a dia e como diriam "os poetas mortos" Carpediem.
Por opção não escolheriamos ter um filho autista mas agora nunca o trocaria por nada e náo iremos muda-lo pois ele é autista, como é teimoso, preguiçoso e por outras palavras é o Guel.
Parabens e obrigado filho!!!!
I exist
I Exist is the National Autistic Society’s campaign to improve the lives of adults with autism.
The campaign has had key wins across England, Scotland and Wales since its launch in February 2008, and has launched in Northern Ireland on October 16th. These include: a major announcement from the Department of Health in England, which included funding for a study into the numbers of adults with autism; new guidance published by the Scottish Government to help meet the needs of adults with autism; and a commitment to recognise the needs of adults with autism in Wales in the Autistic Spectrum Disorder (ASD) action plan.
These achievements are a testament to the fantastic level of support that there has been for the campaign. To follow-up this success, we now need to concentrate on our demands at a local level to ensure that real changes happen locally. Take action to transform the lives of adults with autism, find out more about I Exist and read the words of the champions who are supporting the campaign.
The campaign has had key wins across England, Scotland and Wales since its launch in February 2008, and has launched in Northern Ireland on October 16th. These include: a major announcement from the Department of Health in England, which included funding for a study into the numbers of adults with autism; new guidance published by the Scottish Government to help meet the needs of adults with autism; and a commitment to recognise the needs of adults with autism in Wales in the Autistic Spectrum Disorder (ASD) action plan.
These achievements are a testament to the fantastic level of support that there has been for the campaign. To follow-up this success, we now need to concentrate on our demands at a local level to ensure that real changes happen locally. Take action to transform the lives of adults with autism, find out more about I Exist and read the words of the champions who are supporting the campaign.
Take action
O Tribunal decide e é já amanhã para quem esteja interessado.
Tambem aqui fica o link para quem esteja interessado em ajudar na campanha para evitar a extradição:
http://www.campaigns.autism.org.uk/ea-campaign/clientcampaign.do?ea.client.id=10&ea.campaign.id=2195
Tambem aqui fica o link para quem esteja interessado em ajudar na campanha para evitar a extradição:
http://www.campaigns.autism.org.uk/ea-campaign/clientcampaign.do?ea.client.id=10&ea.campaign.id=2195
Hacker do Pentágono é autista, diz especialista
Gary McKinnon, acusado de invadir os computadores do Pentágono, nos EUA, pode sofrer da síndrome de Asperger, um tipo de autismo, de acordo com o especialista Simon Baron-Cohen, professor da Universidade de Cambridge.
O especialista pediu que o hacker britânico, de 42 anos, não seja extraditado para os EUA, onde arrisca uma pena de prisão que pode ir até 70 anos, numa cadeia norte-americana de máxima segurança.
O pirata virtual foi acusado de entrar ilegalmente em 97 computadores da Marinha e do Exército dos EUA, da agência espacial Nasa e do Pentágono, entre Fevereiro de 2001 e Março de 2002, naquela que é considerada a maior operação de pirataria virtual da história daquele país.
McKinnon confessou os ataques, mas alegou que, quando invadiu os computadores, não tinha má intenção. «Foi uma acção de alguém que sofre de um transtorno e que não pode ser considerado um acto criminoso», defendeu Baron-Cohen, explicando que o modo obcecado de agir do hacker é típico da «ingenuidade social» dos autistas.
A síndrome de Asperger produz «uma visão estreita, que faz com que, na busca pela verdade, as pessoas não vejam as potenciais consequências sociais para as outras», continuou o especialista, defendendo que o encarceramento do britânico «seria questionável, porque alguém com esta doença dificilmente suportará esse transtorno».
Os norte-americanos, que perdem a extradição de McKinnon, acreditam que o cibercriminoso tinha a intenção de influenciar o governo dos EUA, através da intimidação e da coerção. O hacker foi descoberto quando tentava copiar fotografias da Nasa, que ele acreditava terem sido manipuladas, com o objectivo de ocultar provas da existência da vida extraterrestre.
© Copyright 2009 Diário Digital
O especialista pediu que o hacker britânico, de 42 anos, não seja extraditado para os EUA, onde arrisca uma pena de prisão que pode ir até 70 anos, numa cadeia norte-americana de máxima segurança.
O pirata virtual foi acusado de entrar ilegalmente em 97 computadores da Marinha e do Exército dos EUA, da agência espacial Nasa e do Pentágono, entre Fevereiro de 2001 e Março de 2002, naquela que é considerada a maior operação de pirataria virtual da história daquele país.
McKinnon confessou os ataques, mas alegou que, quando invadiu os computadores, não tinha má intenção. «Foi uma acção de alguém que sofre de um transtorno e que não pode ser considerado um acto criminoso», defendeu Baron-Cohen, explicando que o modo obcecado de agir do hacker é típico da «ingenuidade social» dos autistas.
A síndrome de Asperger produz «uma visão estreita, que faz com que, na busca pela verdade, as pessoas não vejam as potenciais consequências sociais para as outras», continuou o especialista, defendendo que o encarceramento do britânico «seria questionável, porque alguém com esta doença dificilmente suportará esse transtorno».
Os norte-americanos, que perdem a extradição de McKinnon, acreditam que o cibercriminoso tinha a intenção de influenciar o governo dos EUA, através da intimidação e da coerção. O hacker foi descoberto quando tentava copiar fotografias da Nasa, que ele acreditava terem sido manipuladas, com o objectivo de ocultar provas da existência da vida extraterrestre.
© Copyright 2009 Diário Digital
Subscrever:
Mensagens (Atom)