UTISMO EM MENINAS PODE SER MAIS DIFÍCIL DE DIAGNOSTICAR
Pesquisa diz que meninas apresentam menos sinais associados à doença. Comportamento pode fazer com que casos não sejam diagnosticados.
Meninas com uma forma mais amena de autismo têm menos probabilidade de serem identificadas e diagnosticadas do que meninos, segundo uma nova pesquisa britânica.
Segundo os pesquisadores, que apresentaram a pesquisa na reunião do Royal College of Psychiatrists, na Grã-Bretanha, as meninas mostram sintomas diferentes e menos sinais mais tradicionalmente associados com o autismo, como comportamento repetitivo.
Os cientistas afirmaram que, devido a este problema, alguns casos de autismo em meninas podem acabar não diagnosticados.
Quase 600 crianças participaram do estudo, 493 meninos e 100 meninas, todos com transtorno do espectro autista.
A maioria, 457, tinha passado por consultas na Clínica de Distúrbios Sociais e de Comunicação no Hospital Great Ormond Street, de Londres.
Os outros casos estudados foram encaminhados pela Clínica de Psiquiatria Infantil do Royal Hospital de Sunderland e da Clínica de Psiquiatria Infantil do Hospital Universitário de Tampere, na Finlândia.
Relacionamentos
Todas as crianças analisadas eram descritas como indivíduos cujos sintomas não eram totalmente relacionados com casos clássicos de autismo.
Apesar de estas crianças ainda apresentarem dificuldades de socialização, comunicação e comportamento, seus sintomas eram menos rigorosos.
E os pesquisadores concluíram que as diferenças na severidade do comportamento podem levar a uma tendência contra a identificação do problema em meninas.
Com base na experiência clínica, os pesquisadores observaram que as meninas tinham mais probabilidade de ter interesses obsessivos centrados em pessoas e relacionamentos.
Estes interesses podem ser mais bem aceites pelos pais e, por isso, não são relatados aos médicos.
Estes tipos de obsessão também têm menos chances de ser descobertos com o uso de questionários padrão para o diagnóstico do problema.
Os estudiosos afirmam que são necessárias mais pesquisas para analisar como o autismo se manifesta de forma diferente entre meninos e meninas.
Sociedade
Judith Gould, da Sociedade Britânica de Autismo, afirma que é possível que muitas meninas escondam melhor suas dificuldades para ficar de acordo com a sociedade.
"Características como timidez e sensibilidade muito alta, comuns em pessoas afectadas pelo autismo, algumas vezes são consideradas como traços tipicamente femininos", afirmou. "Mas, se um menino apresentar estas características, os pais poderão ficar preocupados."
Para Gould, a forma como o autismo se apresenta em mulheres pode ser muito complexa. Muitas mulheres e meninas não são diagnosticadas.
De acordo com o professor Simon Baron-Cohen, especialista em autismo da Universidade de Cambridge, são necessários mais estudos.
"Esta é uma questão clínica muito importante e existem poucos estudos tratando disso", afirmou. "Não deveríamos supor que autismo ou Síndrome de Asperger serão parecidos para ambos os sexos".
In BBC Brasil
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
Artigo de Opinião
Autismo
A convite de um empresário de Viana do Castelo, o Mário Franco, assisti no passado sábado a uma parte do colóquio promovido pela Associação dos Amigos do Autista. Recebi uma lição de vida e aqui o assumo com total humildade. Ocupado tantas vezes comigo próprio, convencido que os meus problemas são os mais importantes, obtive um testemunho de Pais, de Irmãos, de Amigos, que diariamente vivem, e convivem, com o autismo e pude entender como é tamanha a minha pequenez diante a grandeza de quem por amor, nada mais do que amor, abdica de si próprio. Mas ao mesmo tempo em que recebia essa lição de vida, de imediato reconheci quão fútil é muita da nossa actividade política, perante o esquecimento e a indiferença face a problemas reais e profundos de tantas e tantas famílias portuguesas. Também aqui me penitencio porque apesar de nunca ter sido governante a minha voz já se poderia ter feito ouvir propondo e defendendo alterações substanciais no modo de funcionamento de várias das instituições e serviços a quem, directa ou indirectamente, os Pais se dirigem solicitando apoio, pedindo ajuda. Será afinal razoável que o Estado gaste dinheiro na construção, e manutenção, de infraestruturas estéreis, como tantos estádios de futebol, e não tenha dinheiro para contratar profissionais que nas Escolas acompanhem os jovens com este e outros problemas? Será afinal razoável que o tempo médio das consultas de acompanhamento, tal como me referia o Mário Relvas, Pai de um jovem com autismo, dure pouco mais de 15 minutos? Será afinal razoável que esbanjemos recursos na promoção de festanças e não possuamos os meios necessários, para dizer às Famílias dos autistas que estamos ao seu lado? Não é razoável, não é sequer digno. E um Estado que abandona estas Famílias não é pessoa de bem. Cabe – nos tudo fazer, para que se registem mudanças. E eu digo presente nessa vontade, nessa missão.
Obrigado pois pela lição de Humanismo que me deram.
In - Diario do Minho por Dr. Manuel Monteiro
A convite de um empresário de Viana do Castelo, o Mário Franco, assisti no passado sábado a uma parte do colóquio promovido pela Associação dos Amigos do Autista. Recebi uma lição de vida e aqui o assumo com total humildade. Ocupado tantas vezes comigo próprio, convencido que os meus problemas são os mais importantes, obtive um testemunho de Pais, de Irmãos, de Amigos, que diariamente vivem, e convivem, com o autismo e pude entender como é tamanha a minha pequenez diante a grandeza de quem por amor, nada mais do que amor, abdica de si próprio. Mas ao mesmo tempo em que recebia essa lição de vida, de imediato reconheci quão fútil é muita da nossa actividade política, perante o esquecimento e a indiferença face a problemas reais e profundos de tantas e tantas famílias portuguesas. Também aqui me penitencio porque apesar de nunca ter sido governante a minha voz já se poderia ter feito ouvir propondo e defendendo alterações substanciais no modo de funcionamento de várias das instituições e serviços a quem, directa ou indirectamente, os Pais se dirigem solicitando apoio, pedindo ajuda. Será afinal razoável que o Estado gaste dinheiro na construção, e manutenção, de infraestruturas estéreis, como tantos estádios de futebol, e não tenha dinheiro para contratar profissionais que nas Escolas acompanhem os jovens com este e outros problemas? Será afinal razoável que o tempo médio das consultas de acompanhamento, tal como me referia o Mário Relvas, Pai de um jovem com autismo, dure pouco mais de 15 minutos? Será afinal razoável que esbanjemos recursos na promoção de festanças e não possuamos os meios necessários, para dizer às Famílias dos autistas que estamos ao seu lado? Não é razoável, não é sequer digno. E um Estado que abandona estas Famílias não é pessoa de bem. Cabe – nos tudo fazer, para que se registem mudanças. E eu digo presente nessa vontade, nessa missão.
Obrigado pois pela lição de Humanismo que me deram.
In - Diario do Minho por Dr. Manuel Monteiro
terça-feira, 23 de setembro de 2008
And the Emmy Goes to .... Autism Musical
By Allison Brophy Champion
Published: September 22, 2008
Culpeper native Perrin Chiles beat out James Gandolfini to win an Emmy for Outstanding Nonfiction Special.
Fuggadaboutit.
“I had to go up against Tony Soprano so that was little daunting,” Chiles said in a phone interview Monday morning from L.A., where he lives.
“It’s been completely surreal,” added Chiles, who grew up on Blue Ridge Avenue. “I am still pinching myself.”
But really, the 32-year-old first time producer nabbed television’s top award last week for his work on “Autism: The Musical,” which premiered on HBO earlier this year.
“We still need to find a place for the Emmy,” Chiles said, laughing. “It is currently sitting on my Ping-Pong table.”
Gandolfini’s “Alive Day Memories: Home From Iraq,” which also aired on HBO, competed in the same category.
And in fact, “Autism” garnered a second Emmy for Outstanding Picture Editing along with three other nominations for cinematography, editing and nonfiction programming.
“It’s very humbling,” said Chiles. “I felt like one of the young guys in the room — just to have my first film have the success that it has had.”
When he got news of the big win, Chiles was already celebrating something pretty important: his honeymoon in Hawaii with new wife, Caroline.
“We literally had to take the redeye in order to make it back in time for the Emmys,” he said. “I told her, ‘Sweetie, I don’t know what to do for our first anniversary that could ever top this.’ It’s been an amazing ride.”
The Academy of Television Arts & Sciences presented the Emmy to Chiles and six other “Autism” producers Sept. 13 at the Creative Arts Primetime Emmys at the NOKIA Theater in L.A. — one week before Sunday’s Primetime Emmy Awards.
Coverage of the Creative Arts Emmys — though “not as sexy as primetime television,” Chiles said — aired Saturday on E!
“It was fantastic,” he said. “We got to see a bunch of stars,” including Tom Hanks and, yes, Tony Soprano.
Chiles wore a tuxedo — the same one he’s worn numerous times to numerous friends’ recent weddings — and had no idea of its brand name.
“Who are you wearing?” held little meaning for him in typically brand-crazy Hollywood.
More than anything, the former Culpeper resident was proud of the impact “Autism: The Musical” has had on people’s lives.
“This film started out as a labor of love and it turned into a powerful vehicle for a lot of people,” Chiles said. “If people want to reward us for that, that’s great, but this award is really for the families, children, scientists, researchers and therapists out there struggling with autism and persevering.”
The main goal of the movie, he said, was to put a human face to autism, a developmental disorder affecting one in every 150 children in America.
“We wanted it to be an emotional vehicle that connects viewers to the experience of having a child with autism,” Chiles said.
His father Dr. Morton Chiles, a longtime physician at Culpeper Family Practice, felt that connection when the movie premiered Nov. 2 at the Virginia Film Festival in Charlottesville.
“We love the movie,” he said Monday. “It’s a movie that you almost have to see several times because it pulls at you emotionally from so many directions.
“One minute you are laughing, the next minute you’re wiping tears from your face.”
“Autism: The Musical” is richly humorous and relatable, using home video, face-to-face interviews and the best of some 200 hours of film footage. It follows five autistic children from California through six months of play practice, culminating with a final, extraordinary show.
Dr. Chiles said the film certainly met its goal of raising awareness about autism. “We are very proud,” he added.
Perrin Chiles, actually, got his start in show business at Culpeper Junior High (before it was Culpeper Middle School) with a singing part in the school’s production of “Annie Get Your Gun.”
However, his father didn’t remember much creativity from his son beyond that.
“His creative tendencies at that age were not of a productive nature,” said Dr. Chiles with a chuckle. “My take on it is that this was a very special film, a very special project and a lot of people put their heart and soul into it. Our son was blessed to be a part of it.”
Being part of it required a drastic change of direction.
A graduate of Woodberry Forest in Madison County, Chiles earned a degree in economics from the University of Virginia in 1999 before taking off for California’s Silicone Valley and career in venture capital banking.
One thing led to another though and Chiles soon shifted focus to follow his calling. He left banking behind to produce documentaries in hopes of making a difference.
Three years ago, Chiles set out to make a film about autism after a chance meeting with Stephen Stills of Crosby, Stills, Nash & Young.
Chiles got close with the family, including Stills’ son, Henry, who has autism.
They soon discovered Elaine Hall and her Miracle Project: an after-school theater program on the West Coast for kids with autism. They then partnered with director Tricia Regan to make the 93-minute film that got lots of attention on last year’s film festival circuit.
“Autism” made the shortlist for an Academy Award for best documentary of 2007 before nabbing the Emmys last week.
“Everything is icing on the cake at this point,” said Chiles.
So what’s next for “Autism: The Musical”? The last stage is using it to create legislation in support of finding a cure, he said.
“If we don’t address this problem now and don’t adequately prepare for this generation of children becoming adults, we’re going to see another financial crisis emerging,” Chiles said.
Allison Brophy Champion can be reached at 825-0771 ext. 101 or abrophy@starexponent.com
Published: September 22, 2008
Culpeper native Perrin Chiles beat out James Gandolfini to win an Emmy for Outstanding Nonfiction Special.
Fuggadaboutit.
“I had to go up against Tony Soprano so that was little daunting,” Chiles said in a phone interview Monday morning from L.A., where he lives.
“It’s been completely surreal,” added Chiles, who grew up on Blue Ridge Avenue. “I am still pinching myself.”
But really, the 32-year-old first time producer nabbed television’s top award last week for his work on “Autism: The Musical,” which premiered on HBO earlier this year.
“We still need to find a place for the Emmy,” Chiles said, laughing. “It is currently sitting on my Ping-Pong table.”
Gandolfini’s “Alive Day Memories: Home From Iraq,” which also aired on HBO, competed in the same category.
And in fact, “Autism” garnered a second Emmy for Outstanding Picture Editing along with three other nominations for cinematography, editing and nonfiction programming.
“It’s very humbling,” said Chiles. “I felt like one of the young guys in the room — just to have my first film have the success that it has had.”
When he got news of the big win, Chiles was already celebrating something pretty important: his honeymoon in Hawaii with new wife, Caroline.
“We literally had to take the redeye in order to make it back in time for the Emmys,” he said. “I told her, ‘Sweetie, I don’t know what to do for our first anniversary that could ever top this.’ It’s been an amazing ride.”
The Academy of Television Arts & Sciences presented the Emmy to Chiles and six other “Autism” producers Sept. 13 at the Creative Arts Primetime Emmys at the NOKIA Theater in L.A. — one week before Sunday’s Primetime Emmy Awards.
Coverage of the Creative Arts Emmys — though “not as sexy as primetime television,” Chiles said — aired Saturday on E!
“It was fantastic,” he said. “We got to see a bunch of stars,” including Tom Hanks and, yes, Tony Soprano.
Chiles wore a tuxedo — the same one he’s worn numerous times to numerous friends’ recent weddings — and had no idea of its brand name.
“Who are you wearing?” held little meaning for him in typically brand-crazy Hollywood.
More than anything, the former Culpeper resident was proud of the impact “Autism: The Musical” has had on people’s lives.
“This film started out as a labor of love and it turned into a powerful vehicle for a lot of people,” Chiles said. “If people want to reward us for that, that’s great, but this award is really for the families, children, scientists, researchers and therapists out there struggling with autism and persevering.”
The main goal of the movie, he said, was to put a human face to autism, a developmental disorder affecting one in every 150 children in America.
“We wanted it to be an emotional vehicle that connects viewers to the experience of having a child with autism,” Chiles said.
His father Dr. Morton Chiles, a longtime physician at Culpeper Family Practice, felt that connection when the movie premiered Nov. 2 at the Virginia Film Festival in Charlottesville.
“We love the movie,” he said Monday. “It’s a movie that you almost have to see several times because it pulls at you emotionally from so many directions.
“One minute you are laughing, the next minute you’re wiping tears from your face.”
“Autism: The Musical” is richly humorous and relatable, using home video, face-to-face interviews and the best of some 200 hours of film footage. It follows five autistic children from California through six months of play practice, culminating with a final, extraordinary show.
Dr. Chiles said the film certainly met its goal of raising awareness about autism. “We are very proud,” he added.
Perrin Chiles, actually, got his start in show business at Culpeper Junior High (before it was Culpeper Middle School) with a singing part in the school’s production of “Annie Get Your Gun.”
However, his father didn’t remember much creativity from his son beyond that.
“His creative tendencies at that age were not of a productive nature,” said Dr. Chiles with a chuckle. “My take on it is that this was a very special film, a very special project and a lot of people put their heart and soul into it. Our son was blessed to be a part of it.”
Being part of it required a drastic change of direction.
A graduate of Woodberry Forest in Madison County, Chiles earned a degree in economics from the University of Virginia in 1999 before taking off for California’s Silicone Valley and career in venture capital banking.
One thing led to another though and Chiles soon shifted focus to follow his calling. He left banking behind to produce documentaries in hopes of making a difference.
Three years ago, Chiles set out to make a film about autism after a chance meeting with Stephen Stills of Crosby, Stills, Nash & Young.
Chiles got close with the family, including Stills’ son, Henry, who has autism.
They soon discovered Elaine Hall and her Miracle Project: an after-school theater program on the West Coast for kids with autism. They then partnered with director Tricia Regan to make the 93-minute film that got lots of attention on last year’s film festival circuit.
“Autism” made the shortlist for an Academy Award for best documentary of 2007 before nabbing the Emmys last week.
“Everything is icing on the cake at this point,” said Chiles.
So what’s next for “Autism: The Musical”? The last stage is using it to create legislation in support of finding a cure, he said.
“If we don’t address this problem now and don’t adequately prepare for this generation of children becoming adults, we’re going to see another financial crisis emerging,” Chiles said.
Allison Brophy Champion can be reached at 825-0771 ext. 101 or abrophy@starexponent.com
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
2ª Aula de Surf - 27 Setembro
Mais uma surfada no proximo dia 27 de Setembro as 16h00 na praia de Matosinhos vai se realizar mais uma surfada, o valor da inscrição e de 10€ por criança e esta incluido o fato isotermico para a criança e o pai, prancha e monitores para a aula.
Quem estiver interessado em participar tem até quinta feira para o fazer atraves do email do Blog.
Quem estiver interessado em participar tem até quinta feira para o fazer atraves do email do Blog.
Curriculo Funcional Natural - Em Braga
Esta formação representa, para além de uma perspectiva inovadora em termos de intervenção com pessoas com Perturbações do Espectro do Autismo, uma ferramenta prática que pode ser utilizada em diferentes contextos.
Duma forma sucinta, o Currículo Funcional Natural pode ser definido como um instrumento orientador de uma educação para a vida.
A nível formal, o Currículo Funcional Natural tem por base uma filosofia centrada no aluno, que assenta na crença de que o potencial de aprendizagem é igual em todos. É constituída por alguns pontos-chave que promovem a auto-estima, a socialização e os afectos tendo sempre em vista a autonomia.
A nível estrutural, o Currículo Funcional Natural deve ser construído e aplicado de forma funcional, que seja útil para quem aprende e que sirva a curto, médio e longo prazo; natural, tendo em conta os ambientes, os materiais, o modo de ensinar e a lógica nas actividades; divertida, envolvendo o aluno na actividade, reduzindo os comportamentos inadequados e evitando a monotonia no trabalho; com o menor número de erros possível, organizando o ambiente, desenhando as actividades e seleccionando os materiais; e de acordo com a idade, partindo da idade cronológica para definir um currículo de competências e adequando a operacionalização desse currículo à idade mental do sujeito em questão.
A nível metodológico, o Currículo Funcional Natural parte de uma ideia base – “Antes de se pensar o que se vai ensinar, é preciso pensar para quê se vai ensinar.”
O trabalho com as famílias assume um papel preponderante e transversal uma vez que o aluno passa a maior parte do seu tempo com a família e também porque é a família quem o conhece melhor.
Formadores
Dr. Herculano Castro
Licenciado em Ciências da Educação pela Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto
Desenvolvendo actividades de 1992 na APPDA-Norte (Associação Portuguesa para as Perturbações do Desenvolvimento e Autismo)
Drª. Natalia Correia
Mestre em Ciência do Desporto área de especialização em Actividade Física Adaptada pela Faculdade de Desporto da Universidade do Porto.
Exercendo funções desde 2000 na APPDA-Norte (Associação Portuguesa para as Perturbações do Desenvolvimento e Autismo)
Objectivos
Dotar os profissionais de uma ferramenta prática que pode ser utilizada em diferentes contextos, esta formação representa uma perspectiva inovadora em termos de intervenção com pessoas com Perturbações do espectro do Autismo.
Conteúdos Programáticos
Autonomia funcional e qualidade de vida
O Currículo Funcional Natural (CFN)
A filosofia do Currículo Funcional Natural (CFN)
Como construir um Currículo Funcional Natural (CFN)
A aplicação do CFN
A avaliação no CFN
Apresentação e discussão de casos práticos (Participantes poderão trazer casos para serem discutidos durante este momento)
Metodologia
- Metodologia Expositiva;
- Fomento de Debate;
- Análise de Casos.
Destinatários
- Profissionais com intervenção na área da Educação
- Terapeutas da Fala, Terapeutas Ocupacionais, Psicólogos
- Profissionais em Geral da Saúde da Criança e/ou do Adolescente,
- Estudantes de cursos das áreas da Educação ou da Saúde;
- Pais e Encarregados de Educação.
Local:
Rua Fausto Feio, 81, R/C - VIla Verde (Próximo ao Centro de Saúde de Vila Verde)
Nº de Vagas - 10 (Admissão por Ordem de Chegada das Fichas de Inscrição)
Horário: 10 às 17 horas
Preço de Inscrição: €50,00
Secretariado
Psicovita - Centro de Apoio Terapeutico em Psicologia e Terapia da Fala
Rua Fausto Feio 81 r/c
4730 - 763 Vila Verde
Tel.: 253 312 108
Com o apoio - www.autismo-norte.blogspot.com
Duma forma sucinta, o Currículo Funcional Natural pode ser definido como um instrumento orientador de uma educação para a vida.
A nível formal, o Currículo Funcional Natural tem por base uma filosofia centrada no aluno, que assenta na crença de que o potencial de aprendizagem é igual em todos. É constituída por alguns pontos-chave que promovem a auto-estima, a socialização e os afectos tendo sempre em vista a autonomia.
A nível estrutural, o Currículo Funcional Natural deve ser construído e aplicado de forma funcional, que seja útil para quem aprende e que sirva a curto, médio e longo prazo; natural, tendo em conta os ambientes, os materiais, o modo de ensinar e a lógica nas actividades; divertida, envolvendo o aluno na actividade, reduzindo os comportamentos inadequados e evitando a monotonia no trabalho; com o menor número de erros possível, organizando o ambiente, desenhando as actividades e seleccionando os materiais; e de acordo com a idade, partindo da idade cronológica para definir um currículo de competências e adequando a operacionalização desse currículo à idade mental do sujeito em questão.
A nível metodológico, o Currículo Funcional Natural parte de uma ideia base – “Antes de se pensar o que se vai ensinar, é preciso pensar para quê se vai ensinar.”
O trabalho com as famílias assume um papel preponderante e transversal uma vez que o aluno passa a maior parte do seu tempo com a família e também porque é a família quem o conhece melhor.
Formadores
Dr. Herculano Castro
Licenciado em Ciências da Educação pela Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto
Desenvolvendo actividades de 1992 na APPDA-Norte (Associação Portuguesa para as Perturbações do Desenvolvimento e Autismo)
Drª. Natalia Correia
Mestre em Ciência do Desporto área de especialização em Actividade Física Adaptada pela Faculdade de Desporto da Universidade do Porto.
Exercendo funções desde 2000 na APPDA-Norte (Associação Portuguesa para as Perturbações do Desenvolvimento e Autismo)
Objectivos
Dotar os profissionais de uma ferramenta prática que pode ser utilizada em diferentes contextos, esta formação representa uma perspectiva inovadora em termos de intervenção com pessoas com Perturbações do espectro do Autismo.
Conteúdos Programáticos
Autonomia funcional e qualidade de vida
O Currículo Funcional Natural (CFN)
A filosofia do Currículo Funcional Natural (CFN)
Como construir um Currículo Funcional Natural (CFN)
A aplicação do CFN
A avaliação no CFN
Apresentação e discussão de casos práticos (Participantes poderão trazer casos para serem discutidos durante este momento)
Metodologia
- Metodologia Expositiva;
- Fomento de Debate;
- Análise de Casos.
Destinatários
- Profissionais com intervenção na área da Educação
- Terapeutas da Fala, Terapeutas Ocupacionais, Psicólogos
- Profissionais em Geral da Saúde da Criança e/ou do Adolescente,
- Estudantes de cursos das áreas da Educação ou da Saúde;
- Pais e Encarregados de Educação.
Local:
Rua Fausto Feio, 81, R/C - VIla Verde (Próximo ao Centro de Saúde de Vila Verde)
Nº de Vagas - 10 (Admissão por Ordem de Chegada das Fichas de Inscrição)
Horário: 10 às 17 horas
Preço de Inscrição: €50,00
Secretariado
Psicovita - Centro de Apoio Terapeutico em Psicologia e Terapia da Fala
Rua Fausto Feio 81 r/c
4730 - 763 Vila Verde
Tel.: 253 312 108
Com o apoio - www.autismo-norte.blogspot.com
sexta-feira, 19 de setembro de 2008
GASC - Grupo de Autonomia e Sociabilização em Contexto
Na proxima semana vai se dar inicio ao segundo ano deste projecto que pretende ser um compelmento a escola e uma nova oportunidade para as crianças entre os 06/16 anos.
Este projecto pretende dar resposta a falta de actividades direccionadas para autonomia, sociabilização e bem estas das crianças com PEA entre estas idades, pois unica resposta que se encontra são horas infinitas nas escolas fechados nas salas e trabalhar infindavelmente para desenvolver a sua parte cognitiva.
Considero que deste ponto de vista o GASC - Grupo de Autonomia e Sociabilização em Contexto é uma "lufada de ar fresco" pois atravez do CFN - Curriculo Funcional Natural vai se trabalhar competencias basicas e do dia a dia de forma estruturada mas contextualizada e não menos importante vai proporcionar as crianças que vão frequentar esta valencia da APPDA-Norte uma oportunidade de trabalhar a parte motora em contexto desportivo.
Este grupo é constituido por uma Mestre em Educação Fisica Adaptada, uma Psicologa,uma Terapeuta de fala e dois auxiliares, ja foram entregues aos pais o calendario de actividades para todo o ano onde constam actividades surpreendentes que passo a referir:
Desporto:
Hipoterapia - com o objectivo de trabalhar a postura e desenvolver a estrutura fisica das crianças, trabalhar a confiança, a autonomia de saber vestir e despir o equipamento, de ser autonomo em ir buscar e levar o cavalo a box e tambem trabalhar a parte relacional entre a criança e o proprio cavalo.
Pisnica - O objectivo aqui é um pouco diferente do da Balneoterapia, não passa pelo relacionamento entre pais e filho, mas sim aposta na habituação ao meio aquatico como trabalhar a respiração, a colocação na horizontal, deslocar se de pe na agua e final o santo grall que é nadar. Isto tud, mais a importante tarefa de se deslocar muitas vezes a pe do centro ate a piscina trabalhando a competencia de se deslocar na rua autonomamente, o vestir e despir e o tomar banho.
Surf - É uma actividade vincadamente de prazer para as crianças, mas onde se trabalham tambem situações muito importantes, desde logo o equilibrio na prancha que ajudara a fazer o transfer desse equilibrio para situações do dia a dia, vestir um fato de borracha (que não é tarefa facil mesmo para nt's), perceber o mar e as ondas.
Caminhadas - Mais uma actividade de prazer, que tambem tem audaciosos onjectivos de trazer boa forma fisica as crianças, promover o contacto com a natureza, ajuda los no caminhar e tambem gastar energias a mais que sempre existem as crianças com esta patologia.
Oficinas de Serralves - Local aonde as crianças poderam das largas a sua imaginação na area da plastica.
Cozinha Pedagogica - Não é isso que esta apensar, ista cozinha não é para criar grandes chefes de cozinha, mas sim para trabalhar todo o conceito de alimentação para que esta crianças não ficam a imaginar que uma refeição aparece do nada. A cozinha pedagocica faz saidas ao supermecado para compra dos produtos, confeccionar bolos, preparar o lanche e arrumar tudo.
Saidas ao Shopping - Ajudar na sociabilização para que eles percebem a dinamica de andar num shopping, do que podem fazer e do que não devem fazer.
Idas ao correio - Saber ir o que se vai la fazer, comprar selo e envelope para depois em trabalho de sala escrever uma carta para se enviar (gostava que tomassem atenção a tudo o que se esta a trabalhar numa saida desta que parece tão simples e nestas crianças é uma tarefa faraonica)
Muscia - Estimulação dos sentidos rimicos e contacto com instrumentos
Colonia Balnear - Durante o mes de Julho
Isto são algumas das actividades que esta valencia vai desenvolver durante o proximo ano, sempre com objectivos de grupo e indivudais pois cada criança que esteja neste grupo tem o seu Curriculo Funcional Natural e a familia vai definir com os tecnicos o que prioritariamente se vai trabalhar alem de todas as outras competencias, posso dar como exemplo uma familia quer como prioridade que a criança entre e saia do carro autonomamente ou que aperte os atacadores ou ainda tenha contacto com o computador.
Votos de muito sucesso para todos e quem se quiser juntar penso que ainda havera algum espaço.
Este projecto pretende dar resposta a falta de actividades direccionadas para autonomia, sociabilização e bem estas das crianças com PEA entre estas idades, pois unica resposta que se encontra são horas infinitas nas escolas fechados nas salas e trabalhar infindavelmente para desenvolver a sua parte cognitiva.
Considero que deste ponto de vista o GASC - Grupo de Autonomia e Sociabilização em Contexto é uma "lufada de ar fresco" pois atravez do CFN - Curriculo Funcional Natural vai se trabalhar competencias basicas e do dia a dia de forma estruturada mas contextualizada e não menos importante vai proporcionar as crianças que vão frequentar esta valencia da APPDA-Norte uma oportunidade de trabalhar a parte motora em contexto desportivo.
Este grupo é constituido por uma Mestre em Educação Fisica Adaptada, uma Psicologa,uma Terapeuta de fala e dois auxiliares, ja foram entregues aos pais o calendario de actividades para todo o ano onde constam actividades surpreendentes que passo a referir:
Desporto:
Hipoterapia - com o objectivo de trabalhar a postura e desenvolver a estrutura fisica das crianças, trabalhar a confiança, a autonomia de saber vestir e despir o equipamento, de ser autonomo em ir buscar e levar o cavalo a box e tambem trabalhar a parte relacional entre a criança e o proprio cavalo.
Pisnica - O objectivo aqui é um pouco diferente do da Balneoterapia, não passa pelo relacionamento entre pais e filho, mas sim aposta na habituação ao meio aquatico como trabalhar a respiração, a colocação na horizontal, deslocar se de pe na agua e final o santo grall que é nadar. Isto tud, mais a importante tarefa de se deslocar muitas vezes a pe do centro ate a piscina trabalhando a competencia de se deslocar na rua autonomamente, o vestir e despir e o tomar banho.
Surf - É uma actividade vincadamente de prazer para as crianças, mas onde se trabalham tambem situações muito importantes, desde logo o equilibrio na prancha que ajudara a fazer o transfer desse equilibrio para situações do dia a dia, vestir um fato de borracha (que não é tarefa facil mesmo para nt's), perceber o mar e as ondas.
Caminhadas - Mais uma actividade de prazer, que tambem tem audaciosos onjectivos de trazer boa forma fisica as crianças, promover o contacto com a natureza, ajuda los no caminhar e tambem gastar energias a mais que sempre existem as crianças com esta patologia.
Oficinas de Serralves - Local aonde as crianças poderam das largas a sua imaginação na area da plastica.
Cozinha Pedagogica - Não é isso que esta apensar, ista cozinha não é para criar grandes chefes de cozinha, mas sim para trabalhar todo o conceito de alimentação para que esta crianças não ficam a imaginar que uma refeição aparece do nada. A cozinha pedagocica faz saidas ao supermecado para compra dos produtos, confeccionar bolos, preparar o lanche e arrumar tudo.
Saidas ao Shopping - Ajudar na sociabilização para que eles percebem a dinamica de andar num shopping, do que podem fazer e do que não devem fazer.
Idas ao correio - Saber ir o que se vai la fazer, comprar selo e envelope para depois em trabalho de sala escrever uma carta para se enviar (gostava que tomassem atenção a tudo o que se esta a trabalhar numa saida desta que parece tão simples e nestas crianças é uma tarefa faraonica)
Muscia - Estimulação dos sentidos rimicos e contacto com instrumentos
Colonia Balnear - Durante o mes de Julho
Isto são algumas das actividades que esta valencia vai desenvolver durante o proximo ano, sempre com objectivos de grupo e indivudais pois cada criança que esteja neste grupo tem o seu Curriculo Funcional Natural e a familia vai definir com os tecnicos o que prioritariamente se vai trabalhar alem de todas as outras competencias, posso dar como exemplo uma familia quer como prioridade que a criança entre e saia do carro autonomamente ou que aperte os atacadores ou ainda tenha contacto com o computador.
Votos de muito sucesso para todos e quem se quiser juntar penso que ainda havera algum espaço.
Aumentam os casos de Autismo e deficit de atenção
Congresos médicos.El programa de atención temprana ha recibido 2.600 casos desde el 2003.350 neuropediatras analizan en Zaragoza el estado de la especialidad.
CARMINA PUYOD
Narbona, presidente de la SENP, en el centro J. López Pisón y a la dcha, J.L. Peña.
Los diagnósticos de déficit de atención y de nuevas variantes de autismo son cada vez más habituales en las consultas de neurología infantil, tal como reconocieron ayer los organizadores del XXXIII reunión anual de la Sociedad Española de Neurología pediátrica, que desde hoy reúne a 350 expertos de todo el país en Zaragoza
La falta de atención en los niños representa hasta un 5% de los diagnósticos, mientras que los especialistas han observado un incremento de nuevas variantes de la gama del autismo, alejadas del autismo clásico, mucho más leves, y que llevan al niño que lo padece a no disponer de las competencias sociales necesarias para su integración.
Entre las razones que explicarían esta tendencia al alza en ambos casos médicos, los expertos reunidos en la capital aragonesa apuntan a una mayor sensibilización y a una mayor capacidad para el diagnóstico, unidas a la exigencia de competencias en la sociedad actual, que obliga a analizar los síntomas desde el fracaso escolar, la hiperactividad o la falta de habilidad para una relación social normalizada tanto en el entorno familiar como en su lugar de estudio.
No obstante, los neuropediatras reconocieron que existe una colaboración más estrecha entre la parte médica y los recursos especializados que ayudan a mejorar aspectos neurológicos desde edades tempranas. Así, los neuropediatras del hospital Miguel Servet, J. López Pisón, y J. L. Peña, presidente y vicepresidente respectivamente de la reunión científica en Zaragoza, reconocieron los buenos resultados del programa de atención temprana, puesto en marcha por la comunidad autónoma en el 2003 para niños de cero a seis años, con problemas de desarrollo o en riesgo de padecerlos.
En total, este programa ha sido solicitado por 2.600 familias, --tanto directamente como a través de los canales médicos--. Según los expertos, los recursos en Aragón cubren perfectamente esta demanda, aunque todo es mejorable, y la cifra se ajusta a la horquilla dada por la Organización Mundial de la Salud que señala que la población infantil susceptible de recibir esta atención temprana va desde el 2,75% hasta el 7,5%, lo que se traduce en una franja que va de 1.800 a 4.88 niños de dichas edades.
En la reunión, en la que participarán 350 especialistas, se presentará un estudio de los niños atendidos en la Unidad de Neuropediatría del Servet entre el año 2000 y mayo de este año, concretamente 5.007 pacientes, de los que el 8,8% sufre enfermedades raras y el 10% algún tipo de epilepsia. Por otro lado, también se sigue atendiendo casos infantiles con retardo mental de origen prenatal, así como niños prematuros con posibilidad de sufrir problemas motores, así como casos de cefaleas, migrañas, epilepsias, así como de plagiocefalea.
Asimismo, durante la reunión también se prevé estudiar la utilización de la toxina botulínica para abordar la espasticidad en los casos de parálisis cerebral, que es una de las aplicaciones que precisa de buena parte del tiempo de atención en consulta.
La Sociedad Española de Neuropediatría tiene previsto además aprovechar las dos jornadas de esta reunión par presentar las últimas novedades científicas en hiperactividad y déficit de atención y los últimos avances en otras patologías neuropediátricas como en el síndrome de Hunter o las últimas aplicaciones de la toxina botulínica en la atención temprana de estos casos. Los retos y estrategias del neuropediatra en el siglo XXI centraran también las mesas redondas y simposios durante la reunión, en la que se presentarán más de 200 comunicaciones, trabajos, estudios y conclusiones de las diferentes investigaciones llevadas a cabo sobre estas patologías.
CARMINA PUYOD
Narbona, presidente de la SENP, en el centro J. López Pisón y a la dcha, J.L. Peña.
Los diagnósticos de déficit de atención y de nuevas variantes de autismo son cada vez más habituales en las consultas de neurología infantil, tal como reconocieron ayer los organizadores del XXXIII reunión anual de la Sociedad Española de Neurología pediátrica, que desde hoy reúne a 350 expertos de todo el país en Zaragoza
La falta de atención en los niños representa hasta un 5% de los diagnósticos, mientras que los especialistas han observado un incremento de nuevas variantes de la gama del autismo, alejadas del autismo clásico, mucho más leves, y que llevan al niño que lo padece a no disponer de las competencias sociales necesarias para su integración.
Entre las razones que explicarían esta tendencia al alza en ambos casos médicos, los expertos reunidos en la capital aragonesa apuntan a una mayor sensibilización y a una mayor capacidad para el diagnóstico, unidas a la exigencia de competencias en la sociedad actual, que obliga a analizar los síntomas desde el fracaso escolar, la hiperactividad o la falta de habilidad para una relación social normalizada tanto en el entorno familiar como en su lugar de estudio.
No obstante, los neuropediatras reconocieron que existe una colaboración más estrecha entre la parte médica y los recursos especializados que ayudan a mejorar aspectos neurológicos desde edades tempranas. Así, los neuropediatras del hospital Miguel Servet, J. López Pisón, y J. L. Peña, presidente y vicepresidente respectivamente de la reunión científica en Zaragoza, reconocieron los buenos resultados del programa de atención temprana, puesto en marcha por la comunidad autónoma en el 2003 para niños de cero a seis años, con problemas de desarrollo o en riesgo de padecerlos.
En total, este programa ha sido solicitado por 2.600 familias, --tanto directamente como a través de los canales médicos--. Según los expertos, los recursos en Aragón cubren perfectamente esta demanda, aunque todo es mejorable, y la cifra se ajusta a la horquilla dada por la Organización Mundial de la Salud que señala que la población infantil susceptible de recibir esta atención temprana va desde el 2,75% hasta el 7,5%, lo que se traduce en una franja que va de 1.800 a 4.88 niños de dichas edades.
En la reunión, en la que participarán 350 especialistas, se presentará un estudio de los niños atendidos en la Unidad de Neuropediatría del Servet entre el año 2000 y mayo de este año, concretamente 5.007 pacientes, de los que el 8,8% sufre enfermedades raras y el 10% algún tipo de epilepsia. Por otro lado, también se sigue atendiendo casos infantiles con retardo mental de origen prenatal, así como niños prematuros con posibilidad de sufrir problemas motores, así como casos de cefaleas, migrañas, epilepsias, así como de plagiocefalea.
Asimismo, durante la reunión también se prevé estudiar la utilización de la toxina botulínica para abordar la espasticidad en los casos de parálisis cerebral, que es una de las aplicaciones que precisa de buena parte del tiempo de atención en consulta.
La Sociedad Española de Neuropediatría tiene previsto además aprovechar las dos jornadas de esta reunión par presentar las últimas novedades científicas en hiperactividad y déficit de atención y los últimos avances en otras patologías neuropediátricas como en el síndrome de Hunter o las últimas aplicaciones de la toxina botulínica en la atención temprana de estos casos. Los retos y estrategias del neuropediatra en el siglo XXI centraran también las mesas redondas y simposios durante la reunión, en la que se presentarán más de 200 comunicaciones, trabajos, estudios y conclusiones de las diferentes investigaciones llevadas a cabo sobre estas patologías.
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